Um ex-policial militar, acusado de trabalhar a serviço do contraventor Rogério Andrade, foi preso pela Polícia Civil no Recreio dos Bandeirantes, Zona Sudoeste, nesta quinta-feira (08). Daniel Rodrigues Pinheiro foi subtenente da PM e, segundo as investigações, era o responsável por coordenar a rede de seguranças pessoais que escoltavam o bicheiro, que está preso desde 2024.
Pinheiro estava expulso da corporação desde 2022 e estava foragido desde então. Além da polícia fluminense, ele também era procurado pela Interpol, a polícia internacional, que colocou um alerta vermelho no nome do ex-agente. Ele foi encontrado em casa, no Terreirão.
Ex-policial pagava R$ 210 mil por mês para custear segurança de Rogério Andrade
Segundo as investigações, Pinheiro era o responsável por organizar todo o esquema de segurança em torno de Rogério Andrade e da contravenção. Ele realizava o pagamento de cerca de R$ 210 mil por mês para o grupo de seguranças do bicheiro. A “equipe” tinha 40 pessoas.
O policial também ajudava a planejar ataques de Andrade contra grupos rivais na contravenção. Ele monitorava os territórios de exploração e fazia a escolta da família do contraventor em episódios de risco, segundo as investigações.
Ele estaria junto de Rogério e da família quando a esposa do bicheiro foi baleada em 2022, na entrada do condomínio onde o casal morava, no Itanhangá.
Rogério Andrade responde como mandante da morte do rival Fernando Iggnácio
Rogério Andrade está preso desde 2022. Ele é acusado de ser o mandante do assassinato de seu rival, Fernando Iggnácio, executado em uma emboscada com tiros de fuzil no Recreio dos Bandeirantes, em 2020. Iggnácio era genro e herdeiro do contraventor Castor de Andrade, tio de Rogério. Os dois disputavam, desde o final dos anos 90, pela herança deixada pelo bicheiro.


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