Se tem alguém na Prefeitura do Rio que vai contar o carnaval de 2026 em quilometragem é o secretário de Conservação, Diego, ou melhor, Didi Vaz. Pelo quinto ano consecutivo, o moço assumiu o posto no surdo de terceira da Portela, do mestre Vitinho.
Mas não foi só: também foi diretor de bateria na Imperatriz Leopoldinense, do mestre Lolo, e no Arranco, da mestra Laísa, além de apoiar a turma da Grande Rio e do Império Serrano.
Único ritmista entre os 34 secretários e 51 vereadores do Rio, Didi Vaz é cria do bloco Furukuteu e da oficina de Gabriel Policarpo. O vínculo com o samba é genético, veio com os pais, na Em Cima da Hora, de Cavalcanti.

Do asfalto ao baticum, as aventuras de Didi na avenida
E ainda preparou o próprio palco.
Comandou o recapeamento da Sapucaí com 1,4 mil toneladas de asfalto e ajudou na modernização do sistema de som.

