Acontece nesta segunda-feira (17) o encontro entre o governador Cláudio Castro (PL) e prefeitos de diferentes municípios da Região Metropolitana para conversar sobre a “Operação Barricada Zero” — projeto do governo estadual para combater barreiras instaladas pelo crime organizado em comunidades no Rio.
O governo não divulgou uma lista oficial de prefeitos que vêm ao Palácio Guanabara para a apresentação do projeto, mas Castro adiantou alguns dos nomes que foram convidados na semana passada, durante entrevista com o jornal “O Globo”. São esperadas as visitas de Eduardo Paes (Rio – PSD), Rodrigo Neves (Niterói – PDT), Capitão Nelson (São Gonçalo – PL), Washington Quaquá (Maricá – PT), Marcelo Delaroli (Itaboraí – PL), Dudu Reina (Nova Iguaçu – PP) e Renato Cozzolino (Magé – PP).
Além deles, também é esperada a presença do prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União Brasil). O projeto apresentado por Castro se inspira em uma ação iniciada no município da Baixada Fluminense. Autoridades das forças de segurança do estado também estarão presentes para a conversa, que está marcada para acontecer às 10h.
“Barricada Zero” é anunciado menos de um mês após megaoperação
A apresentação da ação acontece menos de um mês após a operação policial mais letal da história do Rio. Segundo Castro, o objetivo do projeto contra barricadas seria dar continuidade às ações de combate ao domínio de facções criminosas nas favelas do estado. Ele prometeu ações policiais mais ostensivas em caso de retaliação às ações do “Barricada Zero”.
A operação é realizada pelas forças policiais, em parceria com secretarias estaduais de Meio Ambiente, Infraestrutura, Cidades e Agricultura.


Tem vagabundos afirmando que não adianta o Estado entrar com operação policial sem junto entrar com serviços.
Ora. Nem todo criminoso entra no crime por deficiente ou falta de oportunidade, pois justo no crime vê a oportunidade de ganhos e poder.
No mercado formal, muitas vagas de emprego e estágio ficam sem serem preenchidas por semanas. Muitos não querem ganhar salário mínimo. Entrevistados para vagas de estágio reclamam do valor da bolsa para 4h ou 6h de estágio. Então fica a geração nem (estuda) nem (trabalha) na aba da pensão de mãe viúva, avó, fazendo filho atrás do outro… logo entram para o tráfico. Também tem os que querem poder e ostentação.
O progresso excluiu o trabalho de menores que era uma via de ocupação dos mesmos, que assim virava um hábito salutar!
Ah, é? Em países bem desenvolvidos se vê tantas crianças trabalhando né?
Que comentário ridículo!
A criança pode muito bem estar praticando esportes e desenvolvendo habilidades, num programa jovem aprendiz ou de estágio, ao invés de ser explorada no trabalho.