Nesta terça-feira (6), o Airbnb anunciou que será a plataforma oficial de acomodações para o carnaval de rua do Rio de Janeiro em 2026. Com a parceria, a empresa será uma das patrocinadoras das festividades na capital fluminense e vai aparecer como plataforma oficial de hospedagens e acomodações durante o feriado.
A ação reforça a presença da empresa em momentos relevantes para a cidade durante a realização de grandes eventos. No Carnaval de 2025, o Airbnb teve mais de 80 mil hóspedes em instalações oferecidas pela empresa na cidade do Rio de Janeiro.
No ano passado, a ocupação hoteleira alcançou 98,62% durante o feriado na capital, e as acomodações oferecidas pela empresa possibilitaram que mais pessoas pudessem vivenciar o carnaval carioca. Para 2026, a meta é ampliar a oferta de hospedagens disponíveis na plataforma.
“Ao se tornar a plataforma oficial de acomodações do carnaval de Rua do Rio de Janeiro, o Airbnb celebra a diversidade cultural da cidade e contribui para o fortalecimento do turismo local de forma responsável. Essa parceria reforça o compromisso do Airbnb em apoiar a cultura local e atuar como um facilitador de vivências genuínas nas comunidades onde está presente”, afirma Fiamma Zarife, Diretora Geral do Airbnb na América do Sul.


É um absurdo como essa empresa promove a degradação do mercado de habitação e ninguém faz nada…
A cada a k menos imóveis residenciais, mesmo em condomínios residenciais, estão disponíveis para habilitação. Em muitos casos, já a maioria das unidades em prédios residenciais estão anunciadas com o propósito de servirem para viajantes de curto período,
como em substituição às antigas formas de aluguel por temporada, com duração de meses.
Essa mesma plataforma e oitras que exploram a atividade e proprietários de imóveis interessados em fazer renda (rentismo) alegam que já existe lei e não precisaria de regulação.
No mundo, há cidades que estabeleceram limites para a prática que interfere na convivência de moradores e a segurança, além de descaracterizar a destinação habitacional.
Há cidades que apenas permite se o proprietário permanecer no imóvel como anfitrião, recebendo e coabitando, de modo a evitar que um mesmo proprietário de mais de um imóvel explore todos eles da mesma forma.
Há empreendimentos com subsídios governamentais que deveriam ser destinados à habitação, financiamentos, mas que, posteriormente, as unidades são exploradas de outra forma.
Mas nada disso o Prefeito Paespalho, com sua turma, se importa!