Os servidores que invadiram o plenário da Câmara do Rio na noite desta terça-feira (26), em protesto contra o PLC 186/2024, deixaram o Palácio Pedro Ernesto duas horas depois. Ficou acordado que o projeto não será votado esta semana e que uma reunião será realizada com representantes do funcionalismo municipal.
O protesto dos servidores — em especial os da Educação, que estão em greve — começou cedo, ainda de manhã, na Cinelândia. Na sessão de hoje, os vereadores da Câmara do Rio discutiam vetos do Executivo e passavam longe das polêmicas do pacote do prefeito Eduardo Paes (PSD) — a pauta mais explosiva da semana.
Mas, depois de uma reunião entre vereadores e representantes da prefeitura realizada no início da tarde, parlamentares já cogitavam adiar a votação do PLC, que corta a licença especial e muda a contagem da carga horária dos professores.

Um grupo de servidores entrou na Câmara para assistir, das galerias, às votações — que nada tinham a ver com o polêmico PLC. Até que, já no final, a turma invadiu o plenário, subiu nas mesas gritando palavras de ordem e interrompeu a sessão.
Se tiver uma multidão dessa em frente ao Congresso, serão acusados de terrorismo. O Lula está bem chavista.
Só que nesse caso, estavam pais e mães de família de ambos os lados (esquerda e direita) defendendo contra mudanças irregulares e para pior na licença prêmio (uma compensação do FGTS que não existe para os servidores), aposentadoria ( contrato não compensa para o fundo do município) e aumento irregular das horas de aula em sala. Observe que o PT está do lado do prefeito e vereadores de direita do lado dos funcionários da prefeitura.
O descalabro ocorre na educação, saúde, segurança e por consequência na defasagem dos salários dos servidores públicos municipais..Quando teremos justiça de parte dos Vereadores, Prefeitos e Governadores ? Responsabilidade de todos que estão decidindo
a qualidade de vida dos cidadãos que trabalham no município do Rio de Janeiro e o que se espera de uma política salarial decente. Olenka Waddington