O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj, Rodrigo Amorim (União), voltou a defender nesta quarta-feira (19) que o imóvel usado pelo Grupo Tortura Nunca Mais seja incluído na lista de bens autorizados para venda pelo governo estadual. A medida, segundo ele, deveria servir como “exemplo pedagógico” para organizações que, em sua leitura, utilizam estruturas públicas para atuação política.
Amorim é o autor da Emenda nº 65, que reinclui o imóvel na relação. A proposta havia sido acatada pelo novo relator, deputado Fred Pacheco (PMN), no parecer apresentado hoje. Mas, ao perceber que sua emenda constava entre as aceitas pela CCJ, Amorim pediu a retirada imediata.
Segundo ele, o tema é abertamente ideológico — e por isso deve ser enfrentado no plenário, não na comissão.
“Eu cumpro meu compromisso de não politizar a CCJ. Mas essa emenda é minha pauta ideológica, e eu vou defendê-la onde ela deve ser defendida: no plenário”, afirmou.
O deputado justificou a inclusão do imóvel do Tortura Nunca Mais como resposta às críticas feitas pela entidade quando o projeto começou a tramitar.
“O Grupo fez duras críticas na imprensa por conta desse projeto. Quem quiser fazer militância que faça com as suas próprias expensas, não com dinheiro do Poder Público”, disse Amorim.
Ele repetiu que considera o imóvel inadequado para ser mantido pelo estado, e que pretende liderar uma articulação conservadora para aprovar a venda.
“Eu vou mobilizar todo o campo conservador. Quero que esse imóvel seja alienado o mais rápido possível. Vai servir como caráter pedagógico para que outros grupos entendam que militância se faz com recursos próprios”, afirmou.
O relator Fred Pacheco acatou o pedido e retificou oralmente o parecer, retirando a Emenda 65 da lista.
O que mais foi decidido sobre a venda dos imóveis
A comissão segue discutindo o novo parecer do projeto de lei complementar, que amplia significativamente a lista de bens à venda. Entre as adições acatadas estão: a Rodoviária Novo Rio, o Estádio do Engenhão, o Estádio Maracanã, o Terminal Américo Fontenelle, o prédio histórico da Central do Brasil, terminais rodoviários de Xerém, Nilópolis, Niterói e Nova Iguaçu, além de imóveis ligados a movimentos sociais como a Casa Nem e a Casa Almerinda Gama.
O parecer da CCJ, ainda:
- cria uma regra nova para imóveis avaliados acima de R$ 90 milhões;
- rejeita as emendas feitas por parlamentares de centro e esquerda;
- e substitui integralmente o texto, adicionando novas regras para venda de imóveis ocupados, direito de preferência, possibilidade de alienação por parcelas, exigência de laudo de avaliação e destinação de 50% da receita ao Fundo Soberano.
A CCJ ainda não encerrou a votação do parecer, que deve seguir para o plenário em regime de urgência.


Parou com os remédios controlados?
Esse cara sofre de esquizofrenia
Fico pensando na pessoa que levanta de manhã no dia da eleição e pensa: “esse Rodrigo Amorim me representa”. Até onde vai a decadência?
Alguém pode me explicar porque esse festival de venda do patrimônio público
Isso não vale nada amigo de bolsonaro.
Ué… mas querer vender o imóvel, também é militância.
Não tem história política, não tem capital político, não tem reconhecimento popular, não é autor de nenhum projeto benéfico para o povo, não tem moral para dar ‘lição’ em ninguém. É um ‘Bunda de Chuchu’ no meio político.
Vender o imóvel também é Militância.
Não tem história política, bagagem, peso político.
Não é autor de nenhum projeto em prol do povo.
Não tem moral para dar ‘lição’ em ninguém.
É um ‘Bunda de Chuchu’.
Apoio ao comentário. Esse Rodrigo Amorim não tem formação para fazer críticas a movimentos políticos e sociais.
O Engenhão foi construído pela Prefeitura do Rio.
Este militante quer vender coisas históricas do Rio para pagar juros da dívida do Estado. Como o prédio histórico da Central do Brasil, Engenhão, Maracanã. rodoviária Novo Rio, etc.
Cadê a grana da privatização da Cedae ?
Por quê não faz um plebiscito para ver se a população concorda?
Querem vender a aldeia indígena Maracañã.
Cadê a geração Z, que impediu a sua venda anos atrás.
O infeliz faz militância co dinheiro PÚBLICO! Que canalha! Pior é quem vota num escumalha desse!
Vende esse e todos os imóveis que não estão sendo usados em benefício de TODOS da população! Estado falido precisa se desfazer de imóveis que só geram despesa.
Um fantoche do governador querendo aparecer como se tivesse algum peso político nas costas nao sabe o que está dizendo como já disseram bunda de xuxu volta p sua insignificância e deixa quem qie trabalhar p o povo bunda de xuxu