Petistas próximos ao presidente Lula têm trabalhado para convencer o secretário de Assuntos Parlamentares do governo federal, André Ceciliano (PT), a ser candidato ao governo do estado quando Cláudio Castro (PL) renunciar para disputar uma vaga no Senado.
Neste momento, há uma grande preocupação no PT sobre a formação de um palanque forte para Lula no Estado do Rio — e boa parte dos petistas não confia no prefeito Eduardo Paes (PSD). O substituto de Castro será escolhido pela Assembleia Legislativa e vai comandar o estado até dezembro.
Ceciliano pretendia voltar à Assembleia Legislativa — e, quem sabe, à presidência da casa, cargo que ocupou entre 2017 e 2022. Sua família, e os amigos mais próximos, apoiam a ideia. Mas o chamado dos petistas mexeu com o homem.
Um encontro com Lula, nos próximos dias, deve selar a decisão.
Entrevista de Cavaliere acendeu o sinal de alerta e a turma resolveu colocar Ceciliano na disputa
Capitaneado pela ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e pelo líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias — mas também integrado por deputados estaduais e federais — o grupo que pressiona Ceciliano diz estar convencido de que Paes não vai oferecer um palanque confiável a Lula.
A entrevista do vice-prefeito, Eduardo Cavaliere (PSD), ao jornal “O Globo”, publicada no dia 3 de dezembro, deixou os petistas de cabelo em pé. O moço — considerado pelos políticos uma réplica do prefeito — criticou o que chamou de “lero-lero do PT” na segurança e defendeu, com todas as letras, a neutralidade de Paes sobre Lula na campanha, para atrair apoios mais à direita.
A entrevista não repercutiu tanto porque foi publicada no mesmo dia em que o presidente da Assembleia Legislativa, Rodrigo Bacellar (União), foi preso. Mas não passou despercebida.
Ao contrário.
Dirigente do PSD estaria preparando a reedição da chapa dissidente ‘Aezão’
Um deputado de centro-direita contou a petistas ter ouvido do presidente estadual do PSD, Pedro Paulo, que a turma mais ligada a Paes vai organizar uma “chapa alternativa”, sem Lula para a presidência.
Um movimento semelhante ao criado, em abril de 2014, pelo então presidente da Alerj e do MDB fluminense, Jorge Picciani, que juntava a candidatura de Luiz Fernando Pezão (MDB) ao governo do estado à de Aécio Neves (PSDB) à Presidência da República.
Batizada de “Aezão”, a chapa foi o resultado de uma dissidência — ou, como muitos consideraram à época, de uma traição — já que a candidata oficial de Pezão era a petista Dilma Rousseff.
O fato é que Paes, pré-candidato a governador de um estado que nas últimas eleições votou majoritariamente com a direita e em políticos bolsonaristas, tem evitado falar muito de Lula.
Há quem jure, inclusive, que presidente e o prefeito do Rio não se encontram há cerca de três meses.


André Ceciliano é o melhor nome para as eleições indiretas ao Governo do Estado no cenário atual.
A melhor escolha que o Rio de janeiro vai fazer, andre foi o melhor prefeito da cidade de paracambi, o melhor presidente da Alerj, devolveu milhões da assembleia para o governo, e hoje ele atende todos os prefeitos, governadores e até senadores, eu acredito que para o nosso Rio voltar a da certo, tem que ser uma pessoa de caráter, de respeito e diálogo,
To com vc andre
Sou evangélico
Sou família
Sou andre ceciliano