A operação policial que terminou com a morte de Claudio Augusto dos Santos, o “Jiló dos Prazeres”, provocou alterações no trânsito no Rio Comprido e no Catumbi, na manhã desta quarta-feira (18). Um ônibus foi incendiado na Avenida Paulo de Frontin e pelo menos outros seis veículos da frota municipal de transportes foram atravessado em vias após a ação.
O ônibus incendiado bloqueou uma das faixas da pista sentido Túnel Rebouças. Cerca de oito linhas de ônibus precisaram ser desviadas para a Praia do Flamengo. O Centro de Operações Rio monitora a região e as interações intermitentes. A orientação é que motoristas desviem da região; o Túnel Santa Bárbara é uma das alternativas.
Pelo menos seis unidades de ensino da rede pública foram impactadas pela operação, segundo a Secretaria de Educação do município.
Além de ‘Jiló dos Prazeres’, outras seis pessoas morreram na operação
A operação terminou com a morte de outros cinco suspeitos. Apontado como chefe do tráfico do Morro dos Prazeres e uma das lideranças mais antigas da facção Comando Vermelho, “Jiló” morreu em confronto com agentes do Bope durante a operação. Ele chegou a ser levado ao Hospital Municipal Souza Aguiar, mas não resistiu aos ferimentos.
“Jiló dos Prazeres” acumulava mais de 135 passagens pela polícia e possuía 10 mandados de prisão em aberto. O criminoso era apontado como um dos envolvidos na morte do turista italiano Roberto Bardella, baleado na cabeça no Morro dos Prazeres em 2016. Ele era o principal alvo da ação, que visa combater o tráfico de drogas e o roubo de veículos em diversas comunidades da região, como Fallet-Fogueteiro e Coroa.


Se isso não for terrorismo, nada mais é