Não há dúvidas de que Luciano Vieira chegou chegando.
O deputado federal (que ainda nem completou o primeiro mandato) já conseguiu a presidência estadual do PSDB, vencendo a queda-de-braço com tucanos emplumados; é conhecido por não precisar marcar hora para falar com o presidente da Câmara, Hugo Motta (REP-PB); e ainda atrai a inveja dos coleguinhas por ter amigos nos andares superiores da República.
E, agora que Flávio Bolsonaro (PL) abandonou o projeto da reeleição para entrar na briga pela Presidência da República, Luciano viu oportunidade. E já se coloca como o mais forte aspirante à vaga deixada pelo moço na chapa da direita ao Senado.
Até a semana passada, só o prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União), despontava como uma opção para o lugar que era de Flávio. Mas, agora…
Luciano já foi até ao prefeito Eduardo Paes (PSD) avisar que está no páreo — e do outro lado da trincheira.
“Meu nome para o Senado é o do governador Cláudio Castro. Isso é certo. Mas estarei na segunda vaga, candidatíssimo também”, diz Luciano Vieira.


Nada disso pode ser tratado como aventura política ou vaidade pessoal.
Estamos falando de Senado Federal, de maioria qualificada, de equilíbrio institucional e do futuro do Brasil.
Se houver o aval do nosso futuro presidente, tudo caminha dentro da legitimidade política.
O que não podemos é brincar com a vaga majoritária do Senado, especialmente no Rio de Janeiro, onde cada cadeira pesa — e muito — no projeto nacional.
O desafio é claro: superar os 51%, reconstruir uma maioria sólida e recolocar o Brasil no eixo.
Sem Senado forte, não há retomada. Sem alinhamento, não há governabilidade.
Se essa configuração se consolidar, fica aqui mais um motivo para engajamento consciente, estratégico e responsável.
Não se trata de nomes isolados, mas de um projeto de país.
O Brasil precisa superar o caos institucional em que foi colocado.
E a retomada começa pelo Senado.
Assim sendo estarei sempre pronto para somar …
Tudo caminha bem se houver o aval do nosso futuro presidente.
@FlavioBolsonaro
Não podemos brincar com a questão majoritária no Senado Federal.
O desafio é superar os 51% e recolocar o Brasil no eixo.
Se essa configuração se confirmar, está aqui mais um motivo para o nosso engajamento.
O Brasil precisa reagir, e o caminho principal da retomada passa pelo Senado.
Tucanos não são de direita, não aceitaremos, não terão nossos votos!