A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) distribuiu um ofício circular aos ocupantes do Edifício Estácio de Sá para orientar o descarte correto de seringas, agulhas e canetas emagrecedoras utilizadas na administração de medicamentos. O motivo é simples: o descarte inadequado desse material passou a preocupar as equipes responsáveis pela limpeza e conservação do prédio.
Para evitar acidentes, a secretaria informou que disponibilizou um recipiente específico para descarte de materiais perfurocortantes na sala de primeiros socorros, localizada no 9º andar do edifício.
O documento não informa quais medicamentos estão por trás da crescente produção de agulhas e canetas descartadas. Mas o fato de o tema ter rendido uma comunicação oficial, com ampla divulgação interna, sugere que a demanda deixou de ser caso isolado.
O novo ponto turístico do funcionalismo
A partir de agora, quem precisar descartar seringas, agulhas ou canetas emagrecedoras já sabe o destino: o coletor instalado no 9º andar.
A medida tem como objetivo proteger funcionários terceirizados da limpeza e demais usuários do prédio contra acidentes com materiais perfurocortantes.
Nos corredores, porém, o comunicado acabou despertando a curiosidade de muita gente. Afinal, se antes a principal circulação no funcionalismo era de processos e memorandos, agora parece haver também um movimentado fluxo de canetas emagrecedoras pelos corredores da administração estadual. Pelo visto, a operação verão já começou — e ganhou — até ponto oficial de descarte.
COM FÁBIO MARTINS


