O presidente em exercício da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Guilherme Delaroli (PL), esteve na Cidade da Polícia para agradecer o trabalho das forças de segurança que impediram um atentado contra a sede histórica do Parlamento fluminense, o Palácio Tiradentes, no Centro do Rio. A ação policial resultou na prisão de três pessoas e frustrou planos de ataques com bombas caseiras e coquetéis molotov.
A visita ocorreu após a deflagração da Operação Break Chain, conduzida pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), que identificou grupos organizados em redes sociais com o objetivo de promover manifestações antidemocráticas e violentas em diversos estados do país. No Rio de Janeiro, o alvo principal seria o entorno da Alerj.
Ao todo, foram cumpridos dezenas de mandados de busca e apreensão na capital, na Região Metropolitana e no interior do estado.
Ataque estava previsto para acontecer no início do ano legislativo na Alerj
As investigações começaram após agentes identificarem grupos de mensagens e páginas em redes sociais criados para organizar manifestações programadas para o horário em que a Assembleia Legislativa poderia realizar uma sessão solene de abertura do ano legislativo de 2026.
Desde a operação, o policiamento foi reforçado em diversos pontos do Centro. A Polícia Civil apontou que os investigados atuavam de forma coordenada e planejavam ações simultâneas.
Na manhã desta terça-feira (03), Delaroli se reuniu com o secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, e destacou a atuação das equipes envolvidas na investigação. Segundo ele, a operação foi decisiva para evitar uma tragédia e preservar vidas.
“Foi um trabalho técnico e preciso da delegacia especializada, que conseguiu interromper essa tentativa de agressão antes que ela se concretizasse”, afirmou.
Também participou do encontro o deputado estadual Márcio Gualberto (PL), presidente da Comissão de Segurança da Alerj.

