Acusada de homicídio por omissão na morte do filho, Henry Borel, a professora Monique Medeiros passou a primeira noite em casa após ter tido a prisão revogada, na segunda-feira (23), pela juíza Elizabeth Louro, do 2° Tribunal do Júri. A magistrada aceitou o pedido da defesa de relaxamento de prisão. Nesta terça (24), porém, o promotor Fábio Vieira informou ter entrado com um recurso contra a decisão que relaxou a prisão de Monique.
O pedido deverá ser analisado em segunda instância por uma câmara criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Segundo o promotor, também do 2° Tribunal do Júri, na data do novo julgamento, remarcado para 25 de maio, o mesmo pedirá a condenação de Jairinho e Monique.
Ao sair da prisão, Monique levou uma companhia com quem dividiu o cárcere
Segundo a defesa, no primeiro dia fora da prisão, Monique evitou sair e ficou na companhia de familiares, passando a maior parte do tempo lendo. Ao sair da penitenciária Talavera Bruce, no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste, ela levou alguém com quem dividiu o cárcere: o gato Hércules.

Com mais de 3 anos, o felino, segundo Monique, ficava na cela e costumava dormir na mesma cama que ela.
Na porta do presídio, os advogados de Monique perguntaram à diretora da unidade se a acusada poderia levar um gato que adotou no presídio, conforme pedido por Monique. O que foi autorizado.
Com informações do Jornal O Globo.

