Em reuniões recentes, tem sido desenhado uma nova chapa para afagar a direita do Rio — ou, pelo menos, os três maiores partidos da base do governador Cláudio Castro (PL) nas eleições de outubro.
O maior deles, o PL, com o deputado estadual licenciado e secretário estadual das Cidades, Douglas Ruas, ficaria com a candidatura ao governo. O PP, com o ex-prefeito de Nova Iguaçu Rogério Lisboa, com a vaga de vice. E o União Brasil, com o atual prefeito de Belford Roxo Márcio Canella — que renunciaria para disputar a eleição — ganharia a segunda vaga para o Senado.
A primeira já é de Cláudio Castro e ninguém mexe.
O PP está na mira de Eduardo Paes e também da direita do Rio
Curioso é que, recentemente, a política dava Lisboa como um nome praticamente certo para vice de Eduardo Paes, do PSD — o principal adversário da turma da direita.
Bem faz o presidente estadual do PP, Doutor Luizinho. Quando perguntado sobre os rumos do partido para as eleições de outubro, ele sempre responde que só vai começar a tratar do assunto no primeiro trimestre de 2026.
E que, até lá, tudo não passaria de especulação.

