O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) entrou em alerta por conta das obras feitas na Praça da Apoteose, no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, sem autorização. Fotos mostram equipes, possivelmente da Liesa, perfurando o concreto e instalando estruturas temporárias de forma irregular.
O Sambódromo, projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1984 pelo governador Leonel Brizola, é tombado pelo Iphan desde 2021. Por lei, qualquer intervenção no local exige autorização prévia para preservar o patrimônio histórico e cultural.

Preocupado com a conservação durante o carnaval, o Iphan lançou, em parceria com a Riotur, a campanha “Quem samba cuida”, voltada aos foliões de blocos de rua, incentivando a proteção do patrimônio.
Além disso, o Ministério Público Federal ajuizou recentemente uma Ação Civil Pública cobrando que a Prefeitura do Rio obtenha a autorização do Iphan antes de realizar eventos carnavalescos no Sambódromo.
Com informações da coluna do Ancelmo Gois no jornal “O Globo”.

