O Rio de Janeiro ficou em segundo lugar entre os estados que registraram os maiores aumentos nas taxas de condomínio em 2025. Em território fluminense, o reajuste foi de 11,7%, e o valor médio de condomínio passou de R$ 764 para R$ 853,3 em 12 meses.
Em várias regiões do país, o valor médio do condomínio subiu acima da inflação — e em alguns estados, o aumento chegou a ser de dois dígitos. Os dados fazem parte de um levantamento da plataforma de soluções tecnológicas e financeiras para o mercado imobiliário Superlógica publicado pelo site “Metro Quadrado”. O estudo comparou os valores entre dezembro de 2024 e 2025.
O Estado do Rio, de acordo com especialistas da plataforma, tem perfis muito distintos de moradias, que acabam puxando os custos para o alto. Na Zona Sul da capital, por exemplo, são mais comuns os condomínios com menos unidades, e taxas muito mais altas. Já na Zona Sudoeste, são prédios com muitas torres e muitos serviços, o que também pressiona a taxa.
No quesito aumento de condomínio, só o Maranhão bate o Rio
O único estado que registrou um aumento médio maior que o do Rio foi o Maranhão, com 16%. Em 12 meses, a taxa condominial média no estado do Nordeste pulou de R$ 498,9 para R$ 579. Lá, a variação seria fruto de um mercado com base menor de condomínios, onde oscilações de custo tendem a ter um impacto proporcionalmente maior.
Os estados de Tocantins, com aumento de 10,57%; de Alagoas:(10,51%); e de Piauí: (10,44%) completam a lista dos cinco com os maiores aumentos do país.

